sábado, 25 de setembro de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
O DIPLOMA JORNALÍSTICO
O DIPLOMA JORNALÍSTICO
Ser um bom escritor não é sinônimo de fazer uma faculdade. A dedicação no que se faz, me referindo a este tema, fala mais alto. Aliás: em se tratando de ler e escrever, se o profissional não souber isso com o ensino médio, não será fazendo uma faculdade que ele irá aprender. Grande parte dos países discutiu o fim da imposição do diploma para desempenhar a função de jornalista no Brasil. Quando iniciei os meus estudos de jornalismo, na UNICAMP, em Campinas, há quase trinta anos, eu já previa à desnecessidade desse mau uso de tempo. Quem fez jornalismo sabe disso: muitos estudantes da área não frequentava aula, em várias matérias, e passavam com notas altas. Quem sabe ler e escrever, realmente, e quer trabalhar na atividade jornalística, basta à força de vontade e ler os bons livros de bons autores. A maioria dos profissionais que está atuando continua aprendendo. Diga-se de passagem, todas às profissões estão sempre sendo atualizadas e os profissionais estão sempre aprendendo. Com certeza irá dar um banho em muitos diplomados que atua na área. Até dou à minha opinião: faça outro curso técnico, mesmo universitário para se especializar em escrever, com maior conhecimento, sobre àquela área. Conheço muita gente com diploma que escreve muito mal. Não é à-toa que um jornalista que está no auge da mídia, há algum tempo, foi corrigido por uma ex-participante do "BBB", programa que é apresentado de ano em ano pela tal emissora onde ele trabalha, isso deu o que falar. Têm muitas redações de jornais que não admitem que empregam jornalista sem o diploma do referido ofício. Existe muitos dinossauros da comunicação escrita que nem se quer entraram numa universidade. Muitos fizeram outras ocupações. Imagine um veículo de comunicação, sem outros profissionais, só com jornalistas. Isso iria impedir os diálogos. Claro, uma redação completa precisa de profissionais em diversas áreas. Refiro-me à uma empresa que tenha como bancar à esses especialistas. Eles irão falar diretamente com o peso do conhecimento deles. Você, futuro jornalista, não se sinta preparado para assumir a função se já não estiver pronto, ou seja, se você estivesse preparado não iria fazer o curso. Não tente desistir de concluir o seu curso em andamento. Você que está formado, não rasgue o seu diploma. Tente fazer o melhor proveito dele.
Mas à grande interrogação grosseira é a cassação da imposição moral do diploma pelo STF- pelo então Ministro(que à maioria dos cidadãos brasileiros se descontentaram, na época: Gilmar Mendes) foi que o jornalismo brasileiro estava andando muito devagar com à decisão. Não é verdade. Se você pensar em grande parte dos jornalistas e ir fazer uma pesquiza, verá que poucos fizeram jornalismo. À mídia digital está muito veloz e se é isso que você quer, tem conhecimento e está preparado, o futuro é agora.
Ser um bom escritor não é sinônimo de fazer uma faculdade. A dedicação no que se faz, me referindo a este tema, fala mais alto. Aliás: em se tratando de ler e escrever, se o profissional não souber isso com o ensino médio, não será fazendo uma faculdade que ele irá aprender. Grande parte dos países discutiu o fim da imposição do diploma para desempenhar a função de jornalista no Brasil. Quando iniciei os meus estudos de jornalismo, na UNICAMP, em Campinas, há quase trinta anos, eu já previa à desnecessidade desse mau uso de tempo. Quem fez jornalismo sabe disso: muitos estudantes da área não frequentava aula, em várias matérias, e passavam com notas altas. Quem sabe ler e escrever, realmente, e quer trabalhar na atividade jornalística, basta à força de vontade e ler os bons livros de bons autores. A maioria dos profissionais que está atuando continua aprendendo. Diga-se de passagem, todas às profissões estão sempre sendo atualizadas e os profissionais estão sempre aprendendo. Com certeza irá dar um banho em muitos diplomados que atua na área. Até dou à minha opinião: faça outro curso técnico, mesmo universitário para se especializar em escrever, com maior conhecimento, sobre àquela área. Conheço muita gente com diploma que escreve muito mal. Não é à-toa que um jornalista que está no auge da mídia, há algum tempo, foi corrigido por uma ex-participante do "BBB", programa que é apresentado de ano em ano pela tal emissora onde ele trabalha, isso deu o que falar. Têm muitas redações de jornais que não admitem que empregam jornalista sem o diploma do referido ofício. Existe muitos dinossauros da comunicação escrita que nem se quer entraram numa universidade. Muitos fizeram outras ocupações. Imagine um veículo de comunicação, sem outros profissionais, só com jornalistas. Isso iria impedir os diálogos. Claro, uma redação completa precisa de profissionais em diversas áreas. Refiro-me à uma empresa que tenha como bancar à esses especialistas. Eles irão falar diretamente com o peso do conhecimento deles. Você, futuro jornalista, não se sinta preparado para assumir a função se já não estiver pronto, ou seja, se você estivesse preparado não iria fazer o curso. Não tente desistir de concluir o seu curso em andamento. Você que está formado, não rasgue o seu diploma. Tente fazer o melhor proveito dele.
Mas à grande interrogação grosseira é a cassação da imposição moral do diploma pelo STF- pelo então Ministro(que à maioria dos cidadãos brasileiros se descontentaram, na época: Gilmar Mendes) foi que o jornalismo brasileiro estava andando muito devagar com à decisão. Não é verdade. Se você pensar em grande parte dos jornalistas e ir fazer uma pesquiza, verá que poucos fizeram jornalismo. À mídia digital está muito veloz e se é isso que você quer, tem conhecimento e está preparado, o futuro é agora.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
O Menino Azúl Da Rússia
Em 11 de janeiro de 1996, uma criança incomum nasceu na cidade de Volzhsky, na região de Volgograd, Rússia. Sua mãe, Nadezhda Kipriyanovich descreve o trabalho de parto: "Foi muito rápido e não senti nenhuma dor. Quando me mostraram o bebê, ele me olhava fixamente com seus grandes olhos castanhos. Como médica (ela é dermatologista), eu sei que não é habitual entre nascituros esse olhar concentrado. Exceto esse fato ele parecia um bebê normal."
saiu da maternidade, de volta ao lar, Nadezhda começou a perceber que o menino, chamado Boris, tinha um comportamento singular: raramente chorava e nunca solicitava qualquer alimento. Ele crescia como as outras crianças mas começou a falar aos quatro meses e dizia frases inteiras aos oito meses. Com um ano e meio, lia jornais.
Boriska começou a desenhar figuras que, à primeira vista, eram abstrações nas quais se misturavam tons de azul e violeta. Quando psicólogos examinaram os desenhos, disseram que o garoto estava, provavelmente, tentando representar a aura das pessoas que via ao seu redor. Aos três anos, Boris começou a conversar com seus pais sobre o Universo. Ele sabia nomear todos os planetas dos sistema solar e seus respectivos satélites. Falava também nomes e número de galáxias. Isso pareceu assustador e a mãe pensou que seu filho estava fantasiando; por isso, resolveu conferir se aqueles nomes realmente existiam. Consultou livros de astronomia e ficou chocada ao constatar que Boris, de fato, sabia muito sobre aquela ciência.
Os rumores sobre o "menino-astrônomo" espalharam-se rapidamente na cidade. Boriska tornou-se uma celebridade local e as pessoas começaram a visitá-lo para ouví-lo falar sobre civilizações extraterrestres, sobre a existência de antigas raças humanas de gigantes, sobre o futuro do planeta em função de mudanças climáticas. Todos ouviam aquelas coisas com grande interesse embora não acreditassem nas histórias.
Os pais decidiram batizar o filho cogitando que talvez fosse uma questão espiritual pois acreditavam que havia algo errado com Boris. Mas o fenômeno não cessou: Boriska começou a falar às pessoas sobre seus "pecados". Um dia, na rua, abordou um rapaz e admoestou-o por usar drogas; advertia certos homens para que parassem de bater em suas mulheres; prevenia pessoas sobre a iminência de problemas e doenças.
O menino sofre com o conhecimento prévio de desastres naturais ou sociais: durante a crise do Beslan, recusou-se a ir à escola enquanto durou o ataque. Quando perguntaram a ele o que sentia sobre o assunto respondeu que era como se algo queimasse dentro dele. "Eu sabia que o caso todo teria um final terrível" - disse Boriska. Sobre o futuro do planeta ele avisa que a Terra passará por duas situações muito perigosas nos anos de 2009 e 2013, com a ocorrência de catástrofes relacionadas à água.
Especialistas dos Instituto de Estudos do Magnetismo Terrestre e Ondas de Rádio da Academia Russa de Ciências (Institute of Earth Magnetism and Radio-waves of the Russian Academy of Sciences) fotografaram a aura de Boriska que mostrou-se forte, nítida de modo incomum. O professor Vladislav Lugovenko analisa: "Ele apresenta um espectograma laranja, o que significa que é uma pessoa alegre, positiva, com um intelecto muito poderoso".
Existe uma teoria de que o cérebro humano possui dois tipos básicos de memória: a memória de trabalho (consciente, voluntária) e a memória remota. Uma das habilidades do cérebro é salvar informações sobre a experiência, sejam emoções ou pensamentos, em uma dimensão que transcende o indivíduo. Essas informações são capturadas por um singular campo informacional que faz parte do Universo. Poucas pessoas são capazes de acessar informações contidas nesse campo."
Ainda segundo Lugovenko, é possível medir as faculdades extrasensoriais das pessoas com o auxílio de equipamentos especiais e através de procedimentos muito simples. Cientistas de todo o mundo têm-se se empenhado na pesquisa desses fenômenos a fim de revelar o mistério destas crianças extraordinárias, como o garoto Boris. Um dado interessante é que nos últimos 20 anos, bebês dotados de habilidades incomuns têm nascido em todos os continentes.
Os especialistas chamam estas crianças de indigo children ou "crianças azuis", possivelmente uma referência ao avatar indiano Khrisna que, segundo a lenda, era azul. "Boriska é uma dessas crianças. Aparentemente, as "crianças azuis" têm a missão especial de promover mudanças em nosso planeta. Muitas delas possuem as espirais do DNA notavelemnte perfeitas o que lhes confere uma inacreditável resistência do sistema imunológico capaz de neutralizar a ação do vírus da AIDS. Eu [Lugovenko] tenho encontrado crianças assim na China, Índia, Vietnam entre outros lugares e estou certo de esta geração mudará o futuro da nossa civilização.
Enquanto as agências espaciais tentam encontrar sinais de vida no planeta Marte, Boriska, aos nove anos, relata aos seus parentes e amigos tudo o que sabe sobre a civilização marciana, informações que ele recorda de uma vida passada. Um jornalista russo entrevistou recentemente o menino sobre sua experiência como habitante de Marte:
ENTREVISTADOR - Boriska, você realmente viveu em Marte como dizem as pessoas da vizinhança?
BORISKA - Sim, eu vivi, é verdade. Eu tinha 14 ou 15 anos. Os marcianos faziam guerra todo o tempo e eu tinha de participar daquilo. Eu podia viajar no tempo e no espaço, podia voar em naves espaciais e também pude observar a vida no planeta Terra. As naves marcianas são muito complexas e podem se deslocar pelo Universo.
ENTREVISTADOR - Existe vida em Marte atualmente?
BORISKA - Sim, existe, mas o planeta perdeu sua atmosfera há muitos anos atrás como resultado de uma catástrofe global. O povo marciano ainda vive em cidades nos subterrâneos. Eles respiram gás carbônico.
ENTREVISTADOR - Qual é a aparência dos marcianos?Boriska fala de Marte mas também tem lembranças de suas observações sobre Terra naquela existência passada: ele foi testemunha da destruição da lendária civilização da Lemúria, "A maior catástrofe que já aconteceu neste planeta. Um continente gigante foi engolido por terríveis tempestades oceânicas. Eu tinha um amigo lemuriano que morreu na minha frente esmagado por uma rocha. Não pude fazer nada. Nós estamos destinados a nos reencontrar em algum momento desta vida." Sobre o Egito, Boriska diz que existe um conhecimento precioso oculto sob uma pirâmide que ainda não foi descoberta: "A vida vai mudar quando a Esfinge for aberta. A Esfinge tem um mecanismo que aciona uma abertura secreta. O mecanismo está atrás da orelha."
Quanto ao aumento de nascimentos de crianças especialmente dotadas, o garoto informa que isto é decorrência do fato de que "chegou a época" propícia para que elas venham à Terra porque o "renascimento do planeta se aproxima... Eles estão nascendo e estarão preparados para ajudar as pessoas... Amar seus inimigos, essa é a Lei. Você sabe porque o lemurianos pereceram? Porque eles não investiram no desenvolvimento espiritual e mergulharam nas práticas da Magia desconsiderando esta Lei. O amor é a verdadeira mágica!". Boris encerrou a entrevista dizendo: Kailis, e o entrevistador perguntou:
ENTREVISTADOR - O que você disse?
BORISKA - Eu disse Olá. Essa é a língua do meu planeta.
FONTE: PRAVDA ENGLISH - publicado em 29/10/2005
LINKS RELACIONADOS:
Boriska: Lemúria & Vida Eterna
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A Vida Em Marte Segundo a Teosofia
por C. W. Leadbeater
BORISKA, HISTÓRIAS DO PASSADO E DO FUTURO
1arquivo ─ todas as matérias anteriores 4
saiu da maternidade, de volta ao lar, Nadezhda começou a perceber que o menino, chamado Boris, tinha um comportamento singular: raramente chorava e nunca solicitava qualquer alimento. Ele crescia como as outras crianças mas começou a falar aos quatro meses e dizia frases inteiras aos oito meses. Com um ano e meio, lia jornais.
Boriska começou a desenhar figuras que, à primeira vista, eram abstrações nas quais se misturavam tons de azul e violeta. Quando psicólogos examinaram os desenhos, disseram que o garoto estava, provavelmente, tentando representar a aura das pessoas que via ao seu redor. Aos três anos, Boris começou a conversar com seus pais sobre o Universo. Ele sabia nomear todos os planetas dos sistema solar e seus respectivos satélites. Falava também nomes e número de galáxias. Isso pareceu assustador e a mãe pensou que seu filho estava fantasiando; por isso, resolveu conferir se aqueles nomes realmente existiam. Consultou livros de astronomia e ficou chocada ao constatar que Boris, de fato, sabia muito sobre aquela ciência.
Os rumores sobre o "menino-astrônomo" espalharam-se rapidamente na cidade. Boriska tornou-se uma celebridade local e as pessoas começaram a visitá-lo para ouví-lo falar sobre civilizações extraterrestres, sobre a existência de antigas raças humanas de gigantes, sobre o futuro do planeta em função de mudanças climáticas. Todos ouviam aquelas coisas com grande interesse embora não acreditassem nas histórias.
Os pais decidiram batizar o filho cogitando que talvez fosse uma questão espiritual pois acreditavam que havia algo errado com Boris. Mas o fenômeno não cessou: Boriska começou a falar às pessoas sobre seus "pecados". Um dia, na rua, abordou um rapaz e admoestou-o por usar drogas; advertia certos homens para que parassem de bater em suas mulheres; prevenia pessoas sobre a iminência de problemas e doenças.
O menino sofre com o conhecimento prévio de desastres naturais ou sociais: durante a crise do Beslan, recusou-se a ir à escola enquanto durou o ataque. Quando perguntaram a ele o que sentia sobre o assunto respondeu que era como se algo queimasse dentro dele. "Eu sabia que o caso todo teria um final terrível" - disse Boriska. Sobre o futuro do planeta ele avisa que a Terra passará por duas situações muito perigosas nos anos de 2009 e 2013, com a ocorrência de catástrofes relacionadas à água.
Especialistas dos Instituto de Estudos do Magnetismo Terrestre e Ondas de Rádio da Academia Russa de Ciências (Institute of Earth Magnetism and Radio-waves of the Russian Academy of Sciences) fotografaram a aura de Boriska que mostrou-se forte, nítida de modo incomum. O professor Vladislav Lugovenko analisa: "Ele apresenta um espectograma laranja, o que significa que é uma pessoa alegre, positiva, com um intelecto muito poderoso".
Existe uma teoria de que o cérebro humano possui dois tipos básicos de memória: a memória de trabalho (consciente, voluntária) e a memória remota. Uma das habilidades do cérebro é salvar informações sobre a experiência, sejam emoções ou pensamentos, em uma dimensão que transcende o indivíduo. Essas informações são capturadas por um singular campo informacional que faz parte do Universo. Poucas pessoas são capazes de acessar informações contidas nesse campo."
Ainda segundo Lugovenko, é possível medir as faculdades extrasensoriais das pessoas com o auxílio de equipamentos especiais e através de procedimentos muito simples. Cientistas de todo o mundo têm-se se empenhado na pesquisa desses fenômenos a fim de revelar o mistério destas crianças extraordinárias, como o garoto Boris. Um dado interessante é que nos últimos 20 anos, bebês dotados de habilidades incomuns têm nascido em todos os continentes.
Os especialistas chamam estas crianças de indigo children ou "crianças azuis", possivelmente uma referência ao avatar indiano Khrisna que, segundo a lenda, era azul. "Boriska é uma dessas crianças. Aparentemente, as "crianças azuis" têm a missão especial de promover mudanças em nosso planeta. Muitas delas possuem as espirais do DNA notavelemnte perfeitas o que lhes confere uma inacreditável resistência do sistema imunológico capaz de neutralizar a ação do vírus da AIDS. Eu [Lugovenko] tenho encontrado crianças assim na China, Índia, Vietnam entre outros lugares e estou certo de esta geração mudará o futuro da nossa civilização.
Enquanto as agências espaciais tentam encontrar sinais de vida no planeta Marte, Boriska, aos nove anos, relata aos seus parentes e amigos tudo o que sabe sobre a civilização marciana, informações que ele recorda de uma vida passada. Um jornalista russo entrevistou recentemente o menino sobre sua experiência como habitante de Marte:
ENTREVISTADOR - Boriska, você realmente viveu em Marte como dizem as pessoas da vizinhança?
BORISKA - Sim, eu vivi, é verdade. Eu tinha 14 ou 15 anos. Os marcianos faziam guerra todo o tempo e eu tinha de participar daquilo. Eu podia viajar no tempo e no espaço, podia voar em naves espaciais e também pude observar a vida no planeta Terra. As naves marcianas são muito complexas e podem se deslocar pelo Universo.
ENTREVISTADOR - Existe vida em Marte atualmente?
BORISKA - Sim, existe, mas o planeta perdeu sua atmosfera há muitos anos atrás como resultado de uma catástrofe global. O povo marciano ainda vive em cidades nos subterrâneos. Eles respiram gás carbônico.
ENTREVISTADOR - Qual é a aparência dos marcianos?Boriska fala de Marte mas também tem lembranças de suas observações sobre Terra naquela existência passada: ele foi testemunha da destruição da lendária civilização da Lemúria, "A maior catástrofe que já aconteceu neste planeta. Um continente gigante foi engolido por terríveis tempestades oceânicas. Eu tinha um amigo lemuriano que morreu na minha frente esmagado por uma rocha. Não pude fazer nada. Nós estamos destinados a nos reencontrar em algum momento desta vida." Sobre o Egito, Boriska diz que existe um conhecimento precioso oculto sob uma pirâmide que ainda não foi descoberta: "A vida vai mudar quando a Esfinge for aberta. A Esfinge tem um mecanismo que aciona uma abertura secreta. O mecanismo está atrás da orelha."
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ENTREVISTADOR - O que você disse?
BORISKA - Eu disse Olá. Essa é a língua do meu planeta.
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BORISKA, HISTÓRIAS DO PASSADO E DO FUTURO
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Às torres gêmeas foram ou não implodidas?
É de conhecimento público que as famílias Bush e Bin Laden são amigas há décadas. A família Bush está envolvida até a raiz com o mercado de armas, a indústria de petróleo e conglomerados financeiros. Sabe-se também que o medo de "ataques terroristas" levaram à reeleição de George W. Bush, sendo concedido a este plenos poderes sobre a vida dos cidadãos estadunidenses e de intervenção bélica em países que tão-somente considerem uma ameaça à sua segurança. As decisões da ONU são simplesmente ignoradas. O fato é que as torres foram explodidas e o alto escalão sabia bem que isto aconteceria e todas as montagens do FBI são desmentidas com provas irrefutáveis de especialistas, gravações e relatos de testemunhas, que eles tratam logo de abafar. Apesar da aclamada qualidade dos serviços de espionagem norte-americanos, Ossama ainda não foi encontrado (que tal procurá-lo no porão da Casa Branca...nada se duvida). A indústria armamentista teve muito a ganhar, valores recordes por conta das guerras no Afeganistão e no Iraque; a presença das tropas americanas nestes países com a promessa de democracia e liberdade não melhorou em nada a vida de seus habitantes e não é mais novidade para ninguém que os últimos ataques foram motivados por interesses sobre as reservas petrolíferas iraquianas. Os gastos exorbitantes com as guerras causaram uma das piores crises na economia norte-americana e agora é um banco falindo atrás do outro. Os únicos que lucraram com isto tudo são os que sempre saem ganhando com qualquer crise. Agora, tentam desestabilizar a América Latina, financiando tentativas de golpe em países como Venezuela e mais recentemente na Bolívia para obterem de volta o poder que sempre conseguiram de forma ilícita, covarde e velada. Estão de olho principalmente nas reservas de petróleo e gás natural destes países. Não conseguiram que a Alca fosse aprovada e agora só resta a eles se imporem à força. A quarta frota foi reativada e está no Atlântico Sul só esperando por uma ordem de ação. E depois dizem que não há conspiração nenhuma...É claro(...).
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
REPÚBLICA DO HAITI
Pais insular das Antilhas, que ocupa a parte ocidental da ilha do mesmo nome; 27.750 quilômetros quadrados; 8.270.000 hab. (haitianos). Cap. Porto Prícipe. línguas: crioulo e francês. Moeda: gurde. Geografia-População de maioria negra, clima tropical, relevo de cordilheira separadas por terras mais baixas, produtoras de café, banana e cana-de-açúcar, os princi-pais recursos comerciais. Osubsolo contém bauxita. Pais superpovoado, subindustrializado e endividado, com nível de vida muito baixo e fortes tensões sociais. História. A época colonial. 1492: habitada por indios aruaques, a ilha foi descoberta por Cristovão Colombo, que a batizou de Hispaniola. 1697: reconhecimento da ocupação da parte ocidental pela França (tratado de Riswick). Sec. XVIII: a reg. tornou-se a mais próspera das colônias francesas devido à produção de açúcar e café. Noventa por cento da população era de negros (escravos ou libertos) e mulatos. 1791: Toussaint Louverture assumiu a liderança da insurreição dos escravos. 1795: a Espanha cedeu à França a parte oriental da ilha (tratado de Basiléia).
O século XIX. 1804: depois de expulsar os francês, o negro Jean-Jacques Dessalines proclamou-se imperador do Haiti. 1806-1818: com o L. da ilha reocupado pela Espanha, uma secessão gerou um confronto entre o reino do N. (Henri Christofhe) e a república do S. (Alexandre Pétion).
1822: reunificação da ilha. 1844: a parte oriental recuperou a liberdade, tornando-se a República Dominicana. 1849-1859: Faustino I assumiu o poder com o título de imperador. 1859-1910: os mulatos dominaram a vida política. O século XX. 1915-1934: a dívida externa e a crise política provocaram a intervenção dos E.U.A., que ocuparam o pais. 1934-1957: a partida dos americanos deu inicio a um novo período de instabilidade.1957-1971: Fraçois Duvalier, pres. vitalício(1964), implantou uma ditadura.
1971-1986: seu filho Jean-Claude Duvalier, sucedeu-o, mas uma grave crise forçou seu exílio. 1986-1990: os militares (Henri Nanphy, Prosper Avril) mantiveram-se no poder de modo quase ininterrupto, 1990: o padre Jean-Bertrand Aristide, apótolo da teologia da libertação, foi eleito presidente da República. 1991: assmiu em fevereiro e, deposto por um novo golpe militar em setembro, partiu para o exílio. 1994: intervenção militar americana; J.-B. Aristide voltou ao país e reasumiu a presidência. 1996: eleicão presidencial de J.-B. Aristide (11/2000). A crise política, porém, persistiu, num contexto econômico catastrófico. Sob pressão da oposição democrática, de uma rebelião armada e da comunidade internacional, o Pres. Aristide renunciou e exilou-se (fevereiro). Bonifácio Alexandre assumiu interinamente a presidência. Forças internacionais foram para o Haiti, garantir a segurança.
O século XIX. 1804: depois de expulsar os francês, o negro Jean-Jacques Dessalines proclamou-se imperador do Haiti. 1806-1818: com o L. da ilha reocupado pela Espanha, uma secessão gerou um confronto entre o reino do N. (Henri Christofhe) e a república do S. (Alexandre Pétion).
1822: reunificação da ilha. 1844: a parte oriental recuperou a liberdade, tornando-se a República Dominicana. 1849-1859: Faustino I assumiu o poder com o título de imperador. 1859-1910: os mulatos dominaram a vida política. O século XX. 1915-1934: a dívida externa e a crise política provocaram a intervenção dos E.U.A., que ocuparam o pais. 1934-1957: a partida dos americanos deu inicio a um novo período de instabilidade.1957-1971: Fraçois Duvalier, pres. vitalício(1964), implantou uma ditadura.
1971-1986: seu filho Jean-Claude Duvalier, sucedeu-o, mas uma grave crise forçou seu exílio. 1986-1990: os militares (Henri Nanphy, Prosper Avril) mantiveram-se no poder de modo quase ininterrupto, 1990: o padre Jean-Bertrand Aristide, apótolo da teologia da libertação, foi eleito presidente da República. 1991: assmiu em fevereiro e, deposto por um novo golpe militar em setembro, partiu para o exílio. 1994: intervenção militar americana; J.-B. Aristide voltou ao país e reasumiu a presidência. 1996: eleicão presidencial de J.-B. Aristide (11/2000). A crise política, porém, persistiu, num contexto econômico catastrófico. Sob pressão da oposição democrática, de uma rebelião armada e da comunidade internacional, o Pres. Aristide renunciou e exilou-se (fevereiro). Bonifácio Alexandre assumiu interinamente a presidência. Forças internacionais foram para o Haiti, garantir a segurança.
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